A possibilidade de interagir com pessoas em qualquer lugar do mundo e a qualquer hora trouxe algumas problemáticas para o cenário digital como o cyberbullying. Internautas têm usado a tecnologia para praticar exposições vexatórias, perseguições e humilhações no ambiente virtual que podem trazer consequências que vão de transtornos psíquicos à morte.
Na maioria dos casos, os agressores costumam usar perfis falsos, os conhecidos “fakes”, para que as suas identidades reais nas plataformas sejam preservadas ao fazer comentários prejudiciais à saúde mental que podem envolver críticas à aparência física e a divulgação de conteúdos que possam constranger como montagens ou a exposição de fotos íntimas.
Entre as práticas dentro do cyberbullying estão: hater, quando pessoas disseminam ódio através do ambiente virtual; sexting, que consiste na troca de mensagens que carazterizem assédio sexual ou importunação sexual; e revenge porn, divulgação de conteúdos eróticos ou de nudez com a intenção de vingar ou punir.
Os impactos do cyberbullying na vida das vítimas pode trazer graves consequências, que podem resultar em quadros de isolamento social, baixo rendimento escolar, evoluindo, em alguns casos, para transtornos de ansiedade, depressão e síndrome do pânico. A procura por álcool e drogas ilícitas na busca por alívio também pode ser um dos impactos negativos na vida de quem sofre diariamente com o cyberbullyin
