A ex-professora temporária Thallyta Silva Almeida, de 29 anos, foi detida novamente nesta quarta-feira (30/7), em Santa Maria (DF), suspeita de utilizar cartões de crédito furtados para realizar compras em uma joalheria.
Segundo informações da Polícia Militar, a prisão ocorreu após a suspeita ser flagrada com dois cartões furtados e uma nota fiscal de uma compra superior a R$ 200. Os objetos estavam dentro de seu veículo. No local, ela também foi associada a um prejuízo de R$ 2 mil para uma das vítimas.
Thallyta já havia sido presa anteriormente, em junho, por fotografar cartões de colegas na escola onde trabalhava, a Escola Classe 308, na Asa Sul. Na ocasião, os dados dos cartões foram utilizados para compras que somaram mais de R$ 8 mil. Após ser solta, ela publicou um vídeo em que mencionava estar bem e afirmou ter sido vítima de “assédio moral velado”.
Nos últimos dias, a ex-professora foi novamente associada a furtos ocorridos em academias das redes Smart Fit e Evolve, tanto na Asa Sul quanto em Santa Maria. A Polícia Civil do DF localizou, em sua residência, outros três cartões de crédito furtados.
Em 2024, Thallyta também havia sido presa pelo mesmo tipo de crime, enquanto estagiava em órgãos do governo federal. Já em 2023, ela foi acusada de fraudes semelhantes, envolvendo pelo menos quatro vítimas.
Nas redes sociais, Thallyta se apresenta como historiadora e pedagoga formada pela Universidade de Brasília (UnB). Ela compartilha uma rotina com viagens, treinos e ostentação de marcas como Adidas, Farm e Boca Rosa, o que levou autoridades a caracterizá-la como uma “dublê de rica”, termo popularmente usado para pessoas que simulam ter alto poder aquisitivo com base em fraudes.
O caso segue sob investigação pela Polícia Civil do Distrito Federal.
